Existem muitas maneiras de vivenciar a depressão. Ela pode se manifestar como um transtorno depressivo maior, que costuma apresentar sintomas intensos e persistentes. Também é possível passar por um período de depressão mais leve, com duração aproximada de dois anos, conhecido como transtorno distímico. Em alguns casos, a pessoa pode vivenciar tanto o transtorno distímico quanto um episódio de depressão maior ao mesmo tempo, situação que recebe o nome de “depressão dupla”. Além disso, muitas mulheres enfrentam a depressão pós-parto após o nascimento de um filho.
Causas da Depressão
A depressão não conhece barreiras. Qualquer pessoa, independentemente de renda, educação, raça, gênero, sucesso ou beleza, pode ficar deprimida.
A depressão está relacionada à química do cérebro. Diferenças nos níveis de serotonina, noradrenalina e outras substâncias químicas podem tornar alguém mais propenso a desenvolver o quadro depressivo.
Além disso, inúmeros fatores — desde vivências na infância até experiências posteriores na vida adulta — podem aumentar o risco de um episódio depressivo. A influência dos pais, por exemplo, pode ocorrer tanto pela transmissão genética quanto por formas de comunicação que favoreçam sentimentos de impotência ou autocrítica.
Compreender a complexidade da depressão é fundamental para buscar apoio e tratamento adequados.
Fonte: Leahy, Robert L. Vença a depressão antes que ela vença você [recurso eletrônico]; tradução: Sandra Maria Mallmann da Rosa; revisão técnica: Bernard Rangé. Porto Alegre: Artmed, 2015.

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